Eleitores do Amazonas relatam semanas de ar tóxico por queimadas, mas pauta climática quase não aparece nas propostas eleitorais de 2026
Neste domingo, 20,9 milhões de eleitores da Amazônia Legal foram às urnas para escolher presidente, governadores, senadores e deputados depois de semanas respirando fumaça de incêndios florestais no Amazonas e no Pará, segundo reportagem da SUMAÚMA. Em Manacapuru, a professora Wivian Silva votou lembrando que, em 6 de setembro, um incêndio chegou aos fundos de seu quintal, obrigando-a a publicar vídeos pedindo socorro enquanto o céu ficava alaranjado sobre as casas do Ramal da Família.
Em 23 de setembro, Manaus registrou concentração de material particulado fino de 160 microgramas por metro cúbico de ar, mais de dez vezes acima do limite diário recomendado pela Organização Mundial da Saúde, segundo dados citados pela reportagem. Entre 1º de julho e 22 de setembro, a rede estadual de saúde do Amazonas atendeu 132 pacientes com sintomas ligados à exposição à fumaça, como falta de ar, tosse, dor de cabeça e vômito. A pesquisadora Paula Fonseca, da Fiocruz Amazônia, chama a má qualidade do ar de
Fonte: SUMAÚMA
Nota do ASSOBIO, seção de notícias rápidas da Revista Caipora, redigida automaticamente a partir da matéria de SUMAÚMA e sob curadoria da redação. As reportagens autorais da Caipora são escritas por comunicadores indígenas.

