Revista Caipora · Eleições 2026
Cada ponto é um local de votação; a cor mostra quem teve mais votos e por quanto, entre Lula e Flávio Bolsonaro. Fontes: TSE, Funai e Natural Earth. Arte: Revista Caipora.
Os votos e o comparecimento de cada seção vêm do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): no 1º turno, dos arquivos de dados abertos; no 2º, do boletim de urna de cada seção, publicado no portal de resultados. A localização de cada local de votação é a informada pelo próprio TSE. As terras indígenas e as aldeias são as da Funai.
Consideramos indígena o local de votação que: fica dentro de uma terra indígena da Funai, em qualquer fase da demarcação; ou tem “indígena” no nome (escolas, polos base de saúde, Casai); ou tem “aldeia” ou “maloca” no nome e fica a até 3 km de uma terra indígena ou de uma aldeia registrada pela Funai.
Ficaram de fora 18 locais no centro de cidades cujas áreas urbanas estão dentro dos limites de terras indígenas, como Águas Belas (PE), Pacaraima (RR) e Aruanã (GO), quando nem o nome nem o endereço indicam aldeia: neles votam sobretudo eleitores não indígenas. Siglas como E.E.I. (escola de educação infantil, no Ceará e em São Paulo) também não contam.
O critério deixa de fora indígenas que votam em escolas da cidade e pode incluir eleitores não indígenas que votam dentro das terras. Os números descrevem o voto nos territórios, não o de todos os eleitores indígenas. A cor de cada ponto compara só Lula e Flávio Bolsonaro; os números do topo usam todos os votos válidos. Locais sem coordenadas aparecem na tabela, mas não no mapa.