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Em Paris, cinco cineastas dos povos Maxakali, Kĩsêdjê, Kuikuro e Tupinambá divulgaram manifesto pela demarcação de territórios indígenas e por políticas de fomento ao cinema indígena, em apoio à reeleição de Lula.
O Filmambiente 2026 exibe filmes sobre a luta dos Munduruku contra o garimpo no Tapajós, a liderança de Davi Kopenawa Yanomami, os impactos de Belo Monte no Xingu e a resistência de mulheres contra o petróleo na Amazônia equatoriana.
O coletivo Katihirene lançou no Festival de Brasília um livro que mapeia 60 realizadoras indígenas de 40 povos, revelando gargalos de financiamento, barreiras burocráticas e a ausência de políticas públicas para o cinema indígena brasileiro.
Uma pesquisa da Rede Katahirine com 60 cineastas de 40 povos indígenas mostra que burocracia, exigências de documentação e linguagem técnica dos editais afastam realizadoras indígenas do financiamento ao cinema.
Arquivo Vivo, de Vincent Carelli e Ana Carvalho, resgata trajetória do projeto que formou cineastas indígenas desde 1986

