Decolonizar Saberes
Reportagem mostra como a cultura gaúcha nasceu das técnicas Guarani e Kaingang, apagadas após o massacre de Caiboaté e a Guerra Guaranítica no Rio Grande do Sul.
A educadora popular Fátima Guedes, de Parintins, publica reflexão sobre a possibilidade de reconstituir saberes tradicionais amazônicos apagados por processos coloniais.
Na Bolívia, povos indígenas bloqueiam estradas contra a Lei 1.720, que ameaça terras comunitárias, e a entrega do lítio do Salar de Uyuni ao capital estrangeiro.
Bandeirantes escravizaram e massacraram guaranis nas missões jesuíticas do Rio Grande do Sul até a batalha naval de M’bororé, em 1641.
Enquanto o RS gasta R$ 50 milhões celebrando os 400 anos das Missões, Guarani Mbya são resgatados em condição análoga à escravidão em Canguçu.
Investigação liga o redface no Carnaval de 2026 ao avanço do Marco Temporal e do ‘Pacote da Destruição’ contra terras indígenas no Congresso.
Reportagem contrapõe o calendário gregoriano ao ciclo das águas na Amazônia, com o pensamento de Nêgo Bispo e a relação entre castanheira e cutia.
Caipora Etnomídia cobriu o VII COPENE Sul na UFSM, congresso de pesquisadores negros que uniu lutas negras e indígenas, com painel sobre saúde e racismo.
Audiência no Senado expõe atraso na Bolsa Permanência, fome e racismo epistemológico que expulsam estudantes indígenas das universidades brasileiras.
A UFPR exclui lideranças Kaingang e Guarani das decisões que afetam suas comunidades, sem consulta prévia exigida por lei e tratados internacionais.
Relatório traça 500 anos da imagem indígena no Brasil, da carta de Caminha ao marco temporal, mostrando como servem a projetos de poder.

