Território e Cultura
Mãe Terra
Decolonizar Saberes
Assobio
Apuração da Repórter Brasil com o Greenpeace mostra que áreas indicadas pela mineradora White Solder como origem de 2,3 mil toneladas de cassiterita em Rondônia não têm sinais de atividade mineral, o que sugere uso de “garimpos fantasmas” para esquentar minério de origem ilegal.
Levantamento do CIMI mostra que 54% dos 272 projetos legislativos com impacto sobre povos indígenas são desfavoráveis, e 85% deles tratam de direitos territoriais.
Relatório da Global Witness aponta que o Brasil registrou 26 assassinatos de defensores ambientais em 2025, o dobro do ano anterior, enquanto geógrafo da USP associa os crimes ao avanço do garimpo e do agronegócio sobre territórios indígenas.
Moradores do Vale do Jequitinhonha e a Federação N’Golo denunciam que a Sigma Mineração continua operando o Complexo Grota do Cirilo mesmo após decisão judicial que suspendeu suas licenças e exigiu consulta prévia ao Quilombo do Baú.
Chuvas intensas que mataram cinco pessoas no Paraná deixam comunidades quilombolas de Adrianópolis sem energia, internet e acesso a estradas, ameaçando renda e saúde das famílias.
Acordos de mineracao e seguranca firmados por Marco Rubio com Colombia, Equador e Peru geram alerta de liderancas indigenas e organizacoes de direitos humanos sobre aumento da violencia contra defensores de territorio.
Marco Rubio fechou acordos de mineração com Colômbia e Equador em meio a denúncias de lideranças indígenas sobre militarização, repressão a defensores e ausência de garantias ao consentimento livre, prévio e informado sobre seus territórios.
O Instituto Raoni confirma que o cacique kayapó, de 94 anos, tem adenocarcinoma no aparelho digestivo e recebe cuidados paliativos junto à família, na região da Terra Indígena Capoto/Jarina.
Nota técnica do IPAM mostra que territórios indígenas são a categoria fundiária mais impactada pela mineração ilegal, com riscos agravados por extremos climáticos
O Cimi analisa como decisões do Congresso Nacional desde 2001, incluindo emendas constitucionais e a Lei do Marco Temporal, ampliaram o poder do Legislativo em detrimento dos direitos territoriais dos povos indígenas.
O Cimi divulgou levantamento associando decisões do Congresso Nacional, da Emenda Constitucional 32/2001 à Lei do Marco Temporal, a um padrão histórico de ataques aos direitos territoriais dos povos indígenas.
O Cimi lançou uma plataforma de monitoramento legislativo que mostra que 88% das votações nominais no Congresso entre 2019 e 2026 tiveram resultado desfavorável aos direitos dos povos indígenas, com destaque para o avanço da Lei do Marco Temporal.
Coluna de opiniao no Brasil de Fato usa o esvaziamento de Miguel Burnier e os desastres de Mariana e Brumadinho para questionar o modelo de mineracao em Minas Gerais e cobrar politica que proteja territorios e comunidades.
Obra reúne memórias e saberes do povo kaingang e reforça luta da Aldeia Gah Re pela demarcação do território no morro Santana

