Memória e Futuro
A SUMAÚMA publicou um ensaio fotográfico que reconstrói mais de sessenta anos de atuação do cacique Raoni Mẽtyktire, do contato com Villas Bôas em 1964 às mobilizações recentes contra o marco temporal, em paralelo ao lançamento do livro “Raoni – Memórias do Cacique”.
A SUMAÚMA traça o perfil do cacique Raoni Metuktire, do povo Mêbêngôkre, relacionando quase 90 anos de sua trajetória de resistência à disputa histórica entre o projeto colonial e a defesa dos direitos indígenas no Brasil.
Lideranças indígenas de Roraima e o CIR celebraram, na comunidade Barro em Surumu, o lançamento de dois livros sobre o indigenista Egydio Schwade, resgatando a história da Assembleia dos Tuxauas de 1971 e a luta pela demarcação da Raposa Serra do Sol.
Reformatório Krenak: como Ditadura, FUNAI e Vale criaram prisões e trabalho escravo para indígenas no Vale do Rio Doce.
Movimento indígena propõe a Comissão Nacional Indígena da Verdade para apurar 8.350 mortes na ditadura e derrubar a tese do Marco Temporal.
Nascimento de bebê Akuntsu na Terra Indígena Rio Omerê, em Rondônia, reforça a continuidade de um povo reduzido a três mulheres sobreviventes.
Dez anos após o rompimento da barragem de Fundão, o povo Krenak vive exilado às margens do Rio Doce morto, entre veneno, luto e resistência espiritual.
Trajetória de Augusto Ópẽ da Silva, liderança Kaingang que lutou pela demarcação da Terra Indígena de Iraí e pela educação indígena na UFSM.
A lenda da Matinta Pereira remonta ao nheengatu, à pajelança e ao tabaco sagrado, distorcida pela folclorização colonial e por sincretismos africanos.
Sara Mércia, do povo Pitaguary de Pacatuba (CE), criou catálogo digital com saberes de plantas medicinais repassados por idosas do território.

