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A ANP delimitou 501 blocos exploratórios de petróleo na Margem Equatorial, somando área equivalente ao Mato Grosso do Sul, véspera de leilões e sem avaliação integrada dos riscos socioambientais.
A Petrobras afirmou ter identificado um novo intervalo portador de petróleo no poço Morpho, na Foz do Amazonas, sem ainda confirmar se o volume é comercialmente viável.
O MPF recorreu ao TRF1 contra decisão que extinguiu ação sobre a licença de exploração de petróleo da Petrobras na Foz do Amazonas, alegando riscos ambientais e falta de consulta a povos indígenas e comunidades tradicionais.
Enquanto a Petrobras aguarda resultado de perfuração na Foz do Amazonas e a Chevron inicia levantamento sísmico na região, o MPF pede na Justiça a suspensão da licença que autoriza a exploração, diante da ausência de uma avaliação ambiental ampla da área.

