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Pesquisa da Universidade de Cambridge com dados do MapBiomas mostra que políticas de fiscalização ou seu desmonte em cada governo federal, entre 1990 e 2025, explicam variações no ritmo de desmatamento da Amazônia, do Cerrado e da Mata Atlântica.
Levantamento do MapBiomas mostra que a Amazônia teve o menor desmatamento em 41 anos em 2025, mas a agropecuária cresceu 561% no entorno de Terras Indígenas e Unidades de Conservação desde 1985.
Levantamento do MapBiomas revela que a agropecuária avança sobre 30,5% dos territórios no entorno de Terras Indígenas, Quilombolas e Unidades de Conservação na Amazônia, impulsionada pela proximidade de estradas.
Levantamento do MapBiomas revela que o Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nativa nas margens dos rios em 40 anos, área convertida principalmente em lavouras, pastos e silvicultura.
Levantamento do MapBiomas revela que o Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nativa nas margens de rios entre 1985 e 2025, com a maior parte da devastação ocorrendo em áreas privadas, enquanto terras indígenas e territórios quilombolas preservaram mais a cobertura original.
O MapBiomas registrou que a Mata Atlântica perdeu 5 milhões de hectares de vegetação nativa desde 1985 enquanto a área agrícola do bioma, sobretudo de soja e cana-de-açúcar, mais que dobrou de tamanho.
Levantamento do MapBiomas mostra que o Cerrado perdeu 20% mais vegetação secundária entre 2017 e 2025 do que na década anterior, com o MATOPIBA concentrando as maiores perdas líquidas.

