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Educadora amazônida questiona se é possível ‘reemendar’ saberes tradicionais apagados

A educadora popular Fátima Guedes, de Parintins, publica reflexão sobre a possibilidade de reconstituir saberes tradicionais amazônicos apagados por processos coloniais.

Nesta reportagem

Fátima Guedes, de Parintins, reflete sobre conhecimentos tradicionais e resistência cultural em texto de opinião no Amazônia Real

A educadora popular e pesquisadora Fátima Guedes, de Parintins (AM), assina texto publicado no Amazônia Real em que reflete sobre a possibilidade de “reemendar” – reconstituir e fortalecer – conhecimentos tradicionais amazônicos diante de processos históricos de apagamento cultural. Guedes é uma das fundadoras da Associação de Mulheres de Parintins, da Articulação Parintins Cidadã e da TEIA de Educação Ambiental e Interação em Agrofloresta.

Militante da Marcha Mundial das Mulheres (MMM) e da Articulação Nacional de Movimentos e Práticas de Educação Popular e Saúde (ANEPS), a autora tem trajetória dedicada à valorização dos saberes de povos e comunidades tradicionais da região amazônica. Ela é autora das obras literárias Ensaio de Rebeldia, Algemas Silenciadas e Vestígios de Curandage, além de organizadora do Dicionário – Falares Caboclos, iniciativa que registra e preserva expressões linguísticas próprias das populações ribeirinhas e caboclas da Amazônia.

O trabalho de Guedes se insere em um movimento mais amplo de educadoras e pesquisadoras populares que atuam na Amazônia para documentar e transmitir conhecimentos tradicionais frequentemente marginalizados por estruturas coloniais de produção de saber. A pergunta que dá título ao texto – se é possível


Fonte: Amazônia Real

Nota do ASSOBIO, seção de notícias rápidas da Revista Caipora, redigida automaticamente a partir da matéria de Amazônia Real e sob curadoria da redação. As reportagens autorais da Caipora são escritas por comunicadores indígenas.

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