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Cimi e lideranças indígenas levam denúncias sobre consentimento e violência à ONU em Genebra

O Conselho de Direitos Humanos da ONU discute em Genebra, até 7 de outubro, direitos territoriais indígenas e recebe evento paralelo do Cimi sobre consentimento livre, prévio e informado.

Nesta reportagem

63ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU discute direitos territoriais, marco temporal e evento paralelo sobre consulta livre e informada

A 63ª sessão regular do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (UNHRC) reúne, até 7 de outubro, no Palácio das Nações, em Genebra, representantes de Estados, organizações da sociedade civil e povos indígenas. O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) organiza, para a sexta-feira (25), um evento paralelo sobre o direito ao consentimento livre, prévio e informado, tema central da participação indígena nos espaços multilaterais.

A agenda indígena da sessão inclui, nesta quarta-feira (23), o painel anual sobre os direitos dos povos indígenas e diálogos interativos com o relator especial da ONU sobre os direitos dos povos indígenas, Albert K. Barume, e com o Mecanismo de Peritos sobre os Direitos dos Povos Indígenas (EMRIP). O painel deste ano discute a relação entre a Convenção da Unesco sobre Patrimônio Mundial e os direitos territoriais desses povos, incluindo acesso a lugares culturais e religiosos.

A sessão também recebe o relatório do relator especial da ONU sobre formas contemporâneas de escravidão, Tomoya Obokata, elaborado após visita ao Brasil em agosto de 2025, quando esteve com diferentes povos indígenas. Segundo o documento, a vulnerabilidade à exploração e ao trabalho abusivo está relacionada à perda de acesso às terras tradicionais, à violência e à degradação ambiental. O relator faz referências à chamada


Fonte: cimi.org.br

Nota do ASSOBIO, seção de notícias rápidas da Revista Caipora, redigida automaticamente a partir da matéria de cimi.org.br e sob curadoria da redação. As reportagens autorais da Caipora são escritas por comunicadores indígenas.

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