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O ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, relaciona a violência contra os Guarani Kaiowá em Mato Grosso do Sul à demora nas demarcações e anuncia novos processos para assinatura em 2026.
A advogada indígena Maíra Pankararu, da APIB, denuncia ao podcast Bom dia, fim do mundo incêndio contra uma rezadeira Guarani Kaiowá de 90 anos e ameaças de envenenamento de água em aldeias de Mato Grosso do Sul após o segundo turno das eleições, além de falhas no acesso ao voto indígena no Vale do Javari.
Manifestação no Museu Nacional, em Brasília, denunciou ataques contra os Guarani e Kaiowá em Mato Grosso do Sul e cobrou do Congresso a demarcação de terras indígenas.
O governo federal determinou a permanência indeterminada de 145 agentes da Força Nacional em três aldeias Guarani-Kaiowá no Mato Grosso do Sul após denúncias de ameaças e agressões no pós-eleição.
Janine Mello visitou aldeias Guarani Kaiowá na fronteira com o Paraguai e garantiu que o governo federal apura todas as denúncias de ataques e ameaças registradas após o segundo turno das eleições em Mato Grosso do Sul.
O governo federal vai ampliar o efetivo da Força Nacional em Mato Grosso do Sul após denúncias de violência política contra os Guarani Kaiowá no pós-eleição, incluindo caso de ameaça de envenenamento de água em aldeia.
Ministros dos Povos Indígenas, da Justiça e dos Direitos Humanos visitaram aldeias Guarani Kaiowá em Mato Grosso do Sul para apurar ameaças, um incêndio criminoso e áudios que sugeriram envenenar a água de uma comunidade após o segundo turno das eleições.
Dois servidores da prefeitura de Tacuru (MS) foram afastados após ameaçarem envenenar a água de indígenas Guarani-Kaiowá na aldeia Sassoró, caso agora investigado pela Polícia Federal e pelo MPF.
A Polícia Federal apura denúncias de ameaças, incêndios e uma morte suspeita envolvendo indígenas em Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Pará, em casos associados por lideranças à violência política após a reeleição de Lula.
A deputada Célia Xakriabá denuncia aumento de violência contra indígenas após a eleição de Lula, incluindo incêndio de casa de reza, ameaça de envenenamento e abusos eleitorais em Mato Grosso do Sul, Paraná, Bahia e Minas Gerais.
Após incêndio na casa de uma rezadeira Kaiowá de 90 anos e áudios com ameaças de envenenamento em Tacuru (MS), Funai e Ministério dos Povos Indígenas acionam a PF e criam força-tarefa para apurar mais de 30 casos de violência contra indígenas ligados às eleições.
A APIB enviou carta a Lula cobrando proteção imediata contra ataques a indígenas no período eleitoral e a demarcação de 73 Terras Indígenas ainda em 2026, além de pedir participação direta do movimento nas decisões do próximo governo.

