Pesquisa com registros históricos e de museus revela que aves endêmicas da Caatinga perderam a maior parte de seu território original, com extinções locais em quase todo o bioma, enquanto projetos de conservação buscam reverter o quadro para espécies como o periquito-cara-suja.
Levantamento do Climate Impact Lab projeta 857,4 mil mortes globais e 26,7 mil no Brasil por causa do Super El Niño, enquanto o Banco Mundial prevê alta de 18% nos preços dos alimentos até 2027.
Em 2026, o fogo voltou ao Norte com outro mapa. Primeiro cercou Manaus e as terras do povo Mura; depois explodiu no oeste do Pará, em volta de Santarém e das terras indígenas do Xingu. A Revista Caipora reuniu os dados do Inpe, do Ministério do Meio Ambiente, da Coiab, do Ministério Público Federal e dos distritos de saúde indígena até 30 de outubro para mostrar onde o fogo queimou, quem respirou a fumaça e o que o Estado fez.
O relatório Lancet Countdown registra 710 mil mortes por calor em 2023 no mundo e aponta que a ação climática, incluindo a transição energética, já salva vidas ao evitar centenas de milhares de óbitos por ano.
A UICN classificou como criticamente ameaçadas cinco regiões brasileiras de recifes de coral costeiro, citando ondas de calor marinhas e pressões humanas locais como principais riscos.
Novo plano federal contra a desertificação reclassifica Corumbá e Ladário, no Pantanal sul-mato-grossense, como áreas de clima subúmido seco, fenômeno que pesquisadores associam ao desmatamento no Cerrado e na Amazônia.
Relatório da Oxfam divulgado antes da COP31 mostra que os 0,1% mais ricos do mundo poluem mais que 3,5 bilhões de pessoas pobres e lucram com desastres climáticos que atingem sobretudo o Sul Global.
A Organização Meteorológica Mundial registrou em 2025 níveis recordes de CO2, metano e óxido nitroso na atmosfera e alertou que um Super El Niño pode agravar ainda mais o cenário em 2026.
Relatório da Organização Meteorológica Mundial mostra CO₂ 53% acima do nível pré-industrial, com queima de combustíveis fósseis como motor principal
A Organização Meteorológica Mundial registrou em relatório que a concentração de CO₂, metano e óxido nitroso na atmosfera atingiu em 2025 níveis recordes, impulsionada pela queima contínua de combustíveis fósseis.
Pesquisa da Fiocruz aponta que o aumento de anomalias térmicas provocado pelas mudanças climáticas derrubou barreiras naturais que protegiam Sul e Centro-Oeste do Brasil contra a dengue, ampliando também a febre do Oropouche.
Pesquisa da Fiocruz mostra que microrregiões brasileiras com dengue em nível epidêmico mais que dobraram em quase duas décadas, fenômeno que especialistas associam ao aquecimento climático e que também favorece Oropouche, leptospirose, hantavírus e fungos resistentes.

