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Uma mineradora prometeu terras em troca do voto dos Mura; o governo de Jair Bolsonaro levou garimpeiros Munduruku a Brasília em avião da FAB; um projeto de soja em terra Xavante deixava 80% da receita com fazendeiros. A Revista Caipora reconstituiu como se disputa apoio nas aldeias e o que o voto indígena mostra sobre o segundo turno.
Liderança Munduruku Alessandra Korap relata temor de retrocessos nos direitos indígenas diante da nova maioria de extrema direita no Congresso e relembra confrontos com os governos Bolsonaro e Lula.
O CONAMA aprovou nesta terça um sistema nacional de registro e rastreamento de escavadeiras e dragas usadas no garimpo ilegal na Amazônia, medida que o Greenpeace e o movimento indígena cobravam havia anos.
Ensaio de Marcos Colón argumenta que a resistência de povos indígenas, como a mobilização Munduruku contra a Cargill no rio Tapajós, representa uma forma de política climática que os fóruns internacionais ainda não reconhecem.
Um artigo de opinião no Amazônia Látitude defende que a resistência de povos indígenas como os Munduruku no rio Tapajós representa uma forma própria de política climática, que deveria orientar o protagonismo da Amazônia no debate global.
O Filmambiente 2026 exibe filmes sobre a luta dos Munduruku contra o garimpo no Tapajós, a liderança de Davi Kopenawa Yanomami, os impactos de Belo Monte no Xingu e a resistência de mulheres contra o petróleo na Amazônia equatoriana.
Estudo da EIA em parceria com organizações Munduruku identificou dez novos locais de garimpo ilegal nas Terras Indígenas Munduruku e Sai Cinza entre setembro de 2025 e agosto de 2026, mesmo após operações federais de desintrusão.
Organizações que representam o povo Munduruku no Sistema Interamericano informam que a Corte Interamericana de Direitos Humanos constatou, em visita ao Pará, que nenhuma medida de proteção territorial, saúde e combate ao garimpo determinada desde 2022 foi cumprida integralmente pelo Estado brasileiro.
Seis anos após a Operação Lei e Ordem, que matou indígenas e ribeirinhos nos rios Abacaxis e Mari-Mari, o MPF enfrenta o foro privilegiado no TRF-1 para tentar julgar coronéis pela morte de sete pessoas.
Seis anos após o massacre dos rios Abacaxis e Mari-Mari, no Amazonas, o MPF enfrenta o foro privilegiado no TRF-1 para levar ex-comandantes da segurança pública a julgamento popular, enquanto sobreviventes indígenas e ribeirinhos seguem sem justiça e ainda sofrem criminalização.
A lenda da Matinta Pereira remonta ao nheengatu, à pajelança e ao tabaco sagrado, distorcida pela folclorização colonial e por sincretismos africanos.

