Darlene Taukane e Kerexu Yxapyry participam de encontro da série SUMAÚMA Debate: Repovoar o Congresso antes do primeiro turno
A série de encontros SUMAÚMA Debate: Repovoar o Congresso recebe nesta quarta-feira, 30 de setembro, às 8 da noite, as lideranças indígenas Darlene Taukane e Kerexu Yxapyry, em transmissão ao vivo pelo YouTube de SUMAÚMA. As duas conversam com a editora-chefa Talita Bedinelli, a jornalista-floresta Lorena de Paula e o repórter especial em Brasília Rafael Moro Martins, na semana que antecede a eleição em que o país escolhe deputados federais e senadores.
Kerexu Yxapyry é liderança da Terra Indígena Morro dos Cavalos, em Santa Catarina, e primeira cacica do povo Guarani reconhecida no Brasil. Cofundadora da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade, a Anmiga, ela já coordenou a Comissão Guarani Yvyrupa e atuou como coordenadora-executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, a Apib. No governo federal, foi secretária Nacional de Direitos Territoriais Indígenas do Ministério dos Povos Indígenas. Agora é candidata a deputada federal pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), com campanha voltada à defesa dos territórios, das mulheres indígenas, da agroecologia e da justiça climática.
Darlene Taukane, do povo Kurâ Bakairi, nasceu em 1960 na Terra Indígena Bakairi, em Mato Grosso. Trabalhou na Funai, cursou letras e um mestrado sobre a educação de seu povo, tornando-se a primeira pessoa indígena a receber título de mestra em educação no Brasil. Dedicou-se depois à formação de professores indígenas e hoje, aposentada, é candidata a deputada federal pelo PDT de Mato Grosso.
A série SUMAÚMA Debate começou em 26 de agosto com a proposta de reunir candidatas e candidatos comprometidos com a emergência climática diante de um Congresso que, segundo a diretora de redação Eliane Brum, é
Fonte: SUMAÚMA
Nota do ASSOBIO, seção de notícias rápidas da Revista Caipora, redigida automaticamente a partir da matéria de SUMAÚMA e sob curadoria da redação. As reportagens autorais da Caipora são escritas por comunicadores indígenas.

