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Levantamento do Cimi aponta que o Congresso Nacional concentrou, na legislatura 2023-2026, o maior número de propostas contrárias aos direitos territoriais indígenas desde a Constituinte de 1988.
Com cinco partidos considerados contrários aos povos indígenas dominando o novo Senado e apenas duas candidaturas da Bancada do Cocar eleitas, lideranças como Sônia Guajajara e o Cimi alertam para o risco de mudanças no Artigo 231 e avanço do Marco Temporal.
Análise do Cimi com base na plataforma Congresso Anti-Indígena mostra que, após as eleições de 2026, o bloco contrário aos direitos indígenas manteve o tamanho no Congresso, mas ficou mais concentrado em partidos radicalmente anti-indígenas como PL, Novo e Republicanos.
Levantamento de SUMAÚMA mostra que 324 dos eleitos ao Congresso em 2026 têm histórico de votos, projetos ou infrações contrários aos direitos indígenas e à proteção ambiental na Amazônia.
Estudo do Observatório do Clima mostra que a maioria dos parlamentares eleitos para a legislatura 2027-2031 tem baixo ou nenhum alinhamento com pautas climáticas e ambientais, puxada pelo crescimento da extrema direita no Congresso.
Análise do Observatório do Clima aponta que o Congresso eleito em outubro terá maioria de parlamentares com baixa convergência ambiental, com crescimento de bancadas de extrema-direita no Senado e na Câmara.
Levantamento do Observatório do Clima revela que 68,9% dos parlamentares eleitos para a legislatura que toma posse em 2027 têm baixa convergência com a agenda ambiental, com piora acentuada no Senado e avanço de representantes da Amazônia Legal favoráveis à mineração em terras indígenas.
O Cimi divulgou nota afirmando que o primeiro turno das eleições de 2026 fortaleceu o bolsonarismo no Congresso e convocou a sociedade a defender a democracia no segundo turno presidencial.
O Cimi divulgou levantamento mostrando que a bancada do Tocantins acumulou 391 votos contrários aos povos indígenas desde 2019, em temas como marco temporal, licenciamento ambiental e demarcação de terras.
Levantamento do Cimi aponta que 270 dos 370 parlamentares autores de propostas contrárias aos direitos indígenas nas duas últimas legislaturas tentam se reeleger neste domingo, com o PL liderando em projetos e votos desfavoráveis.
Durante muito tempo, decisões fundamentais sobre nossa vida foram tomadas dentro do Congresso com uma presença indígena muito pequena
Levantamento do Cimi baseado na Plataforma Congresso Anti-Indígena mostra que 19 dos 28 partidos analisados votaram majoritariamente contra os direitos indígenas no Congresso entre 2019 e 2026, com PL, PP e União Brasil na liderança das posições contrárias.

