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Aulas presenciais foram suspensas em Manaus e outras cidades do Amazonas depois que a fumaça dos incêndios florestais elevou a poluição do ar a níveis insalubres, enquanto PF e ABIN investigam suspeita de incêndios planejados.
Reportagem revela que o Corpo de Bombeiros do Amazonas dispensou reforço federal de até 135 profissionais em setembro, enquanto Manaus enfrenta nível perigoso de poluição por fumaça de incêndios florestais.
Em Manaus, a concentração de material particulado MP2.5 atingiu 592 microgramas por metro cúbico, 40 vezes acima do tolerável, em episódio que pesquisadores associam a queimadas intencionais potencializadas pela seca e pelo El Niño.
O Ministério da Integração reconheceu emergência em 36 municípios do Amazonas atingidos por incêndios florestais, liberando repasse mais rápido de recursos federais enquanto o ministro Capobianco aponta ação humana intencional por trás dos focos em áreas preservadas.
Ato político em Manaus reuniu lideranças indígenas, acadêmicas e estudantes em defesa da Amazônia e de direitos, em meio a fumaça e calor extremo na cidade.
Manaus enfrenta o segundo dia seguido de fumaça densa por incêndios florestais na Amazônia, supera Kinshasa como a cidade com pior ar do mundo e tem suspensão de aulas e atividades universitárias enquanto a Defensoria Pública cogita pedir intervenção federal.
Sensores de monitoramento ligados ao IPAM apontam que Manaus vive desde setembro concentrações de poluição do ar duas vezes acima do limite da OMS, com picos de dez vezes o recomendado, por causa da fumaça de queimadas na região metropolitana.
Sensores da RedeAr, ligados ao IPAM, mostram que a fumaça das queimadas elevou o PM2,5 em Manaus a médias duas vezes acima do limite da OMS em setembro, com picos que passaram de dez vezes o recomendado.
Em Manaus, o 32º Grito dos Excluídos reuniu povos indígenas, quilombolas e movimentos populares para denunciar despejos, violência contra mulheres e a falta de política habitacional no Amazonas.

