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Associações Yanomami denunciam que garimpeiros voltaram a contatar e invadir áreas da Terra Indígena Yanomami na expectativa de vitória de Flávio Bolsonaro no segundo turno.
Levantamento do CREDHYY mostra que armas deixadas pelo garimpo ilegal continuam ferindo e matando indígenas Yanomami, com 30 casos atendidos em hospital de Boa Vista em oito meses de 2026.
Levantamento da Fiocruz cruza dados de poluição por queimadas e localização de aldeias indígenas no Amazonas, apontando riscos à saúde agravados por barreiras de acesso a serviços médicos nos territórios.
Levantamento da Mongabay com dados de 27 anos de estudos revela que o mercúrio despejado por garimpos de ouro contamina comunidades indígenas e ribeirinhas ao longo do rio Beni, na Bolívia, com níveis até nove vezes acima do limite da OMS.
Mulheres Yanomami divulgam vídeo e carta contra Flávio Bolsonaro no segundo turno, citando o avanço do garimpo e a morte de centenas de crianças por malária e desnutrição durante o governo Jair Bolsonaro.
O Cimi divulgou levantamento mostrando que a bancada do Tocantins acumulou 391 votos contrários aos povos indígenas desde 2019, em temas como marco temporal, licenciamento ambiental e demarcação de terras.
O Coletivo RPU Brasil apresentou à ONU, em Genebra, um balanço mostrando que a maioria das recomendações internacionais sobre direitos dos povos indígenas segue sem cumprimento pelo Estado brasileiro.
Sensores de monitoramento ligados ao IPAM apontam que Manaus vive desde setembro concentrações de poluição do ar duas vezes acima do limite da OMS, com picos de dez vezes o recomendado, por causa da fumaça de queimadas na região metropolitana.
Artigo do InfoAmazonia argumenta que o aumento das temperaturas e as secas recorrentes na Amazônia atingem de forma desigual comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas, cobrando delas o maior preço por uma crise climática que não causaram.
O Instituto Raoni confirma que o cacique kayapó, de 94 anos, tem adenocarcinoma no aparelho digestivo e recebe cuidados paliativos junto à família, na região da Terra Indígena Capoto/Jarina.
O Instituto Raoni informa que o cacique Mẽbêngôkre tem câncer no aparelho digestivo e recebe cuidados paliativos médicos e espirituais em Mato Grosso, cercado pela família.
O Instituto Raoni informou que o cacique Mẽbêngôkre, de 94 anos, está em cuidados paliativos em casa no Mato Grosso após diagnóstico de câncer no aparelho digestório.

