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SUMAÚMA lança neste domingo dois mapas interativos que cruzam a votação presidencial em municípios da Amazônia Legal com dados de desmatamento, agronegócio e a abstenção entre eleitores indígenas.
Dados de fogo, desmatamento e grilagem na Amazônia, de 2019 a 2026, mostram onde a violência contra povos indígenas cruza o avanço do bolsonarismo nas urnas.
Cientistas e economistas ouvidos pela Agência Pública alertam que uma vitória de Flávio Bolsonaro no segundo turno pode acelerar o desmatamento na Amazônia e aproximar a floresta de um ponto de não retorno climático.
Relatório da coalizão Forests & Finance revela que bancos emprestaram US$ 595 bilhões entre 2020 e 2025 a empresas de agronegócio e mineração ligadas ao desmatamento tropical e a conflitos com comunidades, incluindo o financiamento à soja no Brasil após o colapso da moratória amazônica.
Levantamento do MapBiomas revela que a agropecuária avança sobre 30,5% dos territórios no entorno de Terras Indígenas, Quilombolas e Unidades de Conservação na Amazônia, impulsionada pela proximidade de estradas.
Levantamento do MapBiomas revela que o Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nativa nas margens dos rios em 40 anos, área convertida principalmente em lavouras, pastos e silvicultura.
Daniel Santos nomeia o advogado e pecuarista Vinícius Borba, da Apria, para a Secretaria de Meio Ambiente do Pará, com a missão declarada de encerrar as multas da Operação Curupira e revogar o cronograma do Programa Pecuária Sustentável.
Governador eleito Daniel Santos indica Vinícius Borba, fundador de entidade que pediu fim de terras indígenas, para chefiar a Semas a partir de 2027
Levantamento do Joio e o Trigo mostra que o programa de governo de Flávio Bolsonaro prevê demarcação zero de Terras Indígenas e liberação de plantio comercial nesses territórios, repetindo o modelo do governo de Jair Bolsonaro.
Pesquisa inédita da Unicamp e do Cary Institute mostra que as veredas do Cerrado armazenam até seis vezes mais carbono que a Amazônia e cobrem área maior do que se imaginava, enquanto a legislação ambiental brasileira protege o bioma de forma muito mais frágil.
O Ibama autuou 14 vezes a capixaba Grancafé por receber café e pimenta-do-reino de fazendas com áreas embargadas na Mata Atlântica, e a empresa seguiu fornecendo a Nestlé, Melitta e Strauss Group mesmo após as penalidades.
Levantamentos da ASCEMA Nacional, da Sumaúma e da Agência Tatu mostram que dezenas de candidatos às eleições de 2026 acumulam multas ambientais milionárias aplicadas pelo IBAMA e pelo ICMBio, com o PL de Flávio Bolsonaro liderando as autuações.

