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O presidente do TSE condicionou à autorização judicial prévia o uso de veículos da Funai, Sesai e MPI para transportar eleitores indígenas, após a Univaja ter conseguido acordo para apoio logístico no Amazonas.
Relato de viagem ao Vale do Javari registra pescadores relatando peixes cada vez menores em meio à seca, e expõe como o debate eleitoral nacional ignora a realidade cotidiana de povos indígenas e populações ribeirinhas na fronteira amazônica.
Rede Cerrado e Movimento Negro Unificado cobram no TSE e na PGR providências para o deslocamento de eleitores indígenas e quilombolas no segundo turno, após o TRE-AM negar transporte à Univaja no Vale do Javari.
Decisão judicial de 24 horas obriga a União a garantir transporte e alimentação a eleitores indígenas em todo o país, após omissão da Justiça Eleitoral e risco de abstenção de até 50% no Vale do Javari.
O TRE-AM e lideranças indígenas do Vale do Javari fecharam acordo para garantir transporte fluvial gratuito e fiscalizado a eleitores no segundo turno das eleições gerais.
A Defensoria Pública do Amazonas cobrou da Justiça Eleitoral medidas de transporte fluvial e terrestre para garantir que indígenas e comunidades tradicionais de diversas regiões do estado consigam votar no segundo turno de 25 de outubro.
Dados de fogo, desmatamento e grilagem na Amazônia, de 2019 a 2026, mostram onde a violência contra povos indígenas cruza o avanço do bolsonarismo nas urnas.
A Justiça Eleitoral do Amazonas negou pedido da Univaja por transporte fluvial gratuito a indígenas do Vale do Javari para o segundo turno, alegando prazo apertado e falta de orçamento, apesar das distâncias de até 895 km entre aldeias.
A Justiça Eleitoral negou pedido da Univaja para transporte fluvial gratuito a eleitores indígenas do Vale do Javari no segundo turno, citando prazo e falta de orçamento, enquanto a organização avalia recorrer.
A Justiça Federal condenou por dano moral coletivo o ex-coordenador da Funai no Vale do Javari que, em 2021, orientou indígenas Marubo a atacar povos isolados, em ação movida pelo MPF e denunciada pelo Cimi.
Liderança Kokama do Alto Solimões analisa, em artigo no InfoAmazonia, como o legado do governo Bolsonaro no garimpo, no marco temporal e nas ameaças a defensores de direitos humanos ameaça territórios indígenas em caso de retorno ao poder.
Aulas presenciais foram suspensas em Manaus e outras cidades do Amazonas depois que a fumaça dos incêndios florestais elevou a poluição do ar a níveis insalubres, enquanto PF e ABIN investigam suspeita de incêndios planejados.

