Funai
O governo federal autorizou a Força Nacional a atuar por 180 dias na Terra Indígena Ituna-Itatá, no Pará, após o MPF denunciar invasão da área por cerca de 200 pessoas em agosto.
Dois servidores da prefeitura de Tacuru (MS) foram afastados após ameaçarem envenenar a água de indígenas Guarani-Kaiowá na aldeia Sassoró, caso agora investigado pela Polícia Federal e pelo MPF.
Após incêndio na casa de uma rezadeira Kaiowá de 90 anos e áudios com ameaças de envenenamento em Tacuru (MS), Funai e Ministério dos Povos Indígenas acionam a PF e criam força-tarefa para apurar mais de 30 casos de violência contra indígenas ligados às eleições.
O MPI acionou a Polícia Federal para apurar incêndio criminoso, ameaças de envenenamento e mortes que atingiram indígenas Guarani e Kaiowá no Mato Grosso do Sul após as eleições.
Artigo de especialista da Funai no Museu Nacional dos Povos Indígenas denuncia a disparidade entre o mercado regulado e o voluntário de carbono e pede fortalecimento institucional e consulta indígena nos projetos de REDD+ na Amazônia.
O ministro Edson Fachin, do STF, acatou pedido do MPF e manteve suspensa a licença de instalação da mina de ouro da Belo Sun na Volta Grande do Xingu, diante de pendências no estudo de impacto indígena e na consulta às comunidades afetadas.
O governo federal organizou transporte terrestre e fluvial para indígenas, quilombolas, ribeirinhos e assentados votarem no segundo turno, após decisão judicial e protestos de povos indígenas pelo direito ao voto.
O governo federal organizou, com validação do TSE, transporte terrestre e fluvial para que indígenas, quilombolas, ribeirinhos e famílias assentadas consigam votar no segundo turno das eleições presidenciais.
Candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência ameaça 286 processos de demarcação de Terras Indígenas em diferentes fases, segundo levantamento citado pelo CIMI e pelo ministro Eloy Terena.
Organizações indígenas, indigenistas e socioambientais divulgaram carta aberta associando o projeto político de Flávio Bolsonaro a retrocessos em direitos territoriais e políticas ambientais vividos durante o governo de Jair Bolsonaro.
Dezenas de organizações indígenas e socioambientais, entre elas Coiab e Cimi, divulgaram carta alertando sobre riscos de propostas de Flávio Bolsonaro para territórios indígenas e políticas ambientais no segundo turno de 2026.
A Justiça Federal condenou por dano moral coletivo o ex-coordenador da Funai no Vale do Javari que, em 2021, orientou indígenas Marubo a atacar povos isolados, em ação movida pelo MPF e denunciada pelo Cimi.

