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Dados do Inpe mostram que os focos de calor na Amazônia Legal quase dobraram na semana seguinte ao primeiro turno, e o povo Kayapó teme que a eleição favoreça o avanço do garimpo sobre as Terras Indígenas Menkragnoti e Baú.
O CONAMA aprovou nesta terça um sistema nacional de registro e rastreamento de escavadeiras e dragas usadas no garimpo ilegal na Amazônia, medida que o Greenpeace e o movimento indígena cobravam havia anos.
A Polícia Federal prendeu seis pessoas em Tucumã, no Pará, durante operação contra garimpo ilegal instalado perto da Terra Indígena Kayapó, com apreensão de maquinário e indícios de trabalho em condições degradantes.
Guerreiros Kayapó bloqueiam desde 21 de setembro o acesso ao garimpo ilegal Pista Velha na Terra Indígena Baú, no Pará, denunciando a presença de fuzis e suspeita de ligação com o narcotráfico, enquanto aguardam ação efetiva do poder público.
Lideranças indígenas da Amazônia, Ásia e África se reuniram em Raja Ampat, na Indonésia, e elaboraram a Declaração de Arborek contra o avanço do garimpo e da mineração de níquel em seus territórios, documento que será entregue na COP17 da Biodiversidade.
O Instituto Raoni confirma que o cacique kayapó, de 94 anos, tem adenocarcinoma no aparelho digestivo e recebe cuidados paliativos junto à família, na região da Terra Indígena Capoto/Jarina.
O Instituto Raoni informa que o cacique Mẽbêngôkre tem câncer no aparelho digestivo e recebe cuidados paliativos médicos e espirituais em Mato Grosso, cercado pela família.
Em depoimento à SUMAÚMA, Davi Kopenawa narra como conheceu o cacique Raoni em 1988 e relembra episódios de resistência conjunta contra garimpo, hidrelétricas e demarcações reduzidas.
A SUMAÚMA publicou um ensaio fotográfico que reconstrói mais de sessenta anos de atuação do cacique Raoni Mẽtyktire, do contato com Villas Bôas em 1964 às mobilizações recentes contra o marco temporal, em paralelo ao lançamento do livro “Raoni – Memórias do Cacique”.
O ativista Paul Watson descreve, em texto publicado pela SUMAÚMA, décadas de encontros com o cacique Raoni Mẽtyktire e relembra o protesto histórico de Tuire Kayapó contra a usina de Belo Monte em 1989.
A SUMAÚMA traça o perfil do cacique Raoni Metuktire, do povo Mêbêngôkre, relacionando quase 90 anos de sua trajetória de resistência à disputa histórica entre o projeto colonial e a defesa dos direitos indígenas no Brasil.
Arquivo Vivo, de Vincent Carelli e Ana Carvalho, resgata trajetória do projeto que formou cineastas indígenas desde 1986

