Lula
A APIB enviou carta a Lula cobrando proteção imediata contra ataques a indígenas no período eleitoral e a demarcação de 73 Terras Indígenas ainda em 2026, além de pedir participação direta do movimento nas decisões do próximo governo.
Uma coluna da Agência Pública argumenta que a demarcação e o manejo indígena das terras amazônicas são determinantes tanto para evitar o colapso climático quanto para sustentar a produtividade do agronegócio brasileiro.
Após a reeleição de Lula, a Amazônia Latitude destaca a participação indígena na mobilização eleitoral e cobra maior protagonismo dos povos da floresta nas decisões políticas sobre a Amazônia.
Lideranças e organizações como Ailton Krenak, Apib, Mídia Indígena e o Instituto Socioambiental intensificam mobilização pela reeleição de Lula, alertando para riscos aos direitos indígenas caso Flávio Bolsonaro vença o segundo turno.
Levantamento da InfoAmazonia com dados do Prodes mostra que o desmatamento na Amazônia caiu de forma acentuada no terceiro mandato de Lula após quatro anos de alta sob Jair Bolsonaro, com projeção de que a meta de desmatamento zero possa ser atingida antes de 2030.
Levantamento do InfoAmazonia com base no Prodes/Inpe mostra que a Amazônia perdeu, em média, 690 mil árvores a mais por dia sob Bolsonaro do que no atual governo Lula, e associa o resultado das eleições de 2026 ao cumprimento da meta de zerar o desmatamento ilegal até 2030.
Caciques do Oiapoque enviam carta contra exploração de petróleo da Petrobras na Foz do Amazonas, no Amapá, e cobram consulta prévia.

