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A Organização Meteorológica Mundial registrou em 2025 níveis recordes de CO2, metano e óxido nitroso na atmosfera e alertou que um Super El Niño pode agravar ainda mais o cenário em 2026.
Pesquisa da Fiocruz aponta que o aumento de anomalias térmicas provocado pelas mudanças climáticas derrubou barreiras naturais que protegiam Sul e Centro-Oeste do Brasil contra a dengue, ampliando também a febre do Oropouche.
Pesquisa da Fiocruz mostra que microrregiões brasileiras com dengue em nível epidêmico mais que dobraram em quase duas décadas, fenômeno que especialistas associam ao aquecimento climático e que também favorece Oropouche, leptospirose, hantavírus e fungos resistentes.
Em entrevista ao LatitudeCast, Carlos Nobre afirma que a Amazônia ainda não ultrapassou o Ponto de Não Retorno, mas alerta que o desmatamento contínuo pode levar ao colapso até 2050, e defende a sociobioeconomia baseada no conhecimento dos povos indígenas como alternativa.
Especialistas ouvidos pela InfoAmazonia apontam que a resposta ao El Niño forte que deve atingir a Amazônia até 2027 depende diretamente da política climática do próximo governo eleito.
Levantamento do SEEG mostra que as emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil caíram 9% em 2025, puxadas pela redução do desmatamento sob o governo Lula, embora o país ainda não tenha cumprido sua meta climática.
Coluna publicada por ((o))eco reúne declarações recentes e projetos legislativos de Flávio Bolsonaro que incluem promessa de zerar demarcações de terras indígenas, fim da Reserva Legal, licenciamento ambiental por silêncio administrativo e questionamento do diagnóstico científico sobre mudanças climáticas.
Levantamento do Observatório do Clima mostra que o Brasil emitiu em 2025 o menor volume líquido de gases-estufa desde 2012, resultado da forte queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado.
Estudo do economista Bráulio Borges, do Ibre/FGV, estima que a queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado entre 2023 e 2026 gerou cerca de R$ 1,16 trilhão em benefícios climáticos para a economia global e até R$ 192 bilhões para o Brasil.
Cientistas e economistas ouvidos pela Agência Pública alertam que uma vitória de Flávio Bolsonaro no segundo turno pode acelerar o desmatamento na Amazônia e aproximar a floresta de um ponto de não retorno climático.
Incêndios florestais agravados pelo chamado ‘Super El Niño’ destroem quase 300 casas na Indonésia, forçam resgate de orangotangos e espalham fumaça por países vizinhos como Singapura e Timor-Leste.
O MPF e o Instituto Preservar processam a Shell e pedem R$ 541 milhões em reparação pela contribuição histórica da petrolífera às emissões que agravaram as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul.

