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O Suraras do Tapajós, primeiro grupo de carimbó formado por mulheres indígenas do país, roda dez cidades do Rio Grande do Sul entre 9 e 20 de outubro pelo Sonora Brasil Sesc 2026.
Mulheres indígenas e de movimentos sociais da Amazônia se reuniram em Manaus no Seminário Soma dos Quintais para trocar saberes de autocuidado e denunciar ameaças de empresas e projetos que avançam sobre seus territórios.
Vanda Witoto não se elegeu deputada federal pelo Amazonas, mas ampliou sua votação para 43.891 votos e denunciou racismo e misoginia de setores progressistas durante a campanha, marcada por atraso no repasse do Fundo Especial e pela estratégia descentralizada das ‘formigas’.
A antropóloga Braulina Baniwa, cofundadora da ANMIGA, participa do Fórum Varanda da Amazônia em Belém para debater sociobioeconomia, autonomia territorial e violência política de gênero contra mulheres indígenas.
A Rede Katahirine lançou pesquisa com 60 cineastas indígenas de 40 povos que revela alta atuação profissional no audiovisual, mas dificuldade de acesso a editais e financiamento.
O coletivo Katihirene lançou no Festival de Brasília um livro que mapeia 60 realizadoras indígenas de 40 povos, revelando gargalos de financiamento, barreiras burocráticas e a ausência de políticas públicas para o cinema indígena brasileiro.
Uma pesquisa da Rede Katahirine com 60 cineastas de 40 povos indígenas mostra que burocracia, exigências de documentação e linguagem técnica dos editais afastam realizadoras indígenas do financiamento ao cinema.
Quarta edição do SUMAÚMA Debate reúne as duas lideranças indígenas nesta quinta-feira, 17 de setembro, com transmissão ao vivo pelo YouTube
Kapri Padilha lança em Porto Alegre o livro ‘Gaton – A Força da Terra’, que reúne memória, espiritualidade e ensinamentos da cacica Iracema Gãh Té Nascimento sobre a resistência do povo Kaingang.
A APIB articula 56 candidaturas indígenas de 39 povos em 19 estados para as eleições de 2026, parte de uma estratégia de ‘aldear a política’ que busca ocupar espaços de decisão além dos órgãos indigenistas.
Mulheres Juruna, Xikrin, Arara e de outros povos do Médio Xingu criam organização para enfrentar os impactos de Belo Monte e a ameaça da mineradora Belo Sun.
Mulheres Kaingang do Território do Guarita, no Rio Grande do Sul, realizam mobilização contra o feminicídio e o machismo nas aldeias, e debatem a crise de saúde mental que atinge a juventude indígena.

