Assobio
Associações Yanomami denunciam que garimpeiros voltaram a contatar e invadir áreas da Terra Indígena Yanomami na expectativa de vitória de Flávio Bolsonaro no segundo turno.
Indígenas Kaingang da Terra Indígena Votouro, no Rio Grande do Sul, denunciam que um cacique bolsonarista matou um morador e perseguiu apoiadores do PT, enquanto ação policial posterior deixou mais duas vítimas fatais, em meio a um aumento de ameaças e violência política contra povos indígenas durante o período eleitoral.
Relato de viagem ao Vale do Javari registra pescadores relatando peixes cada vez menores em meio à seca, e expõe como o debate eleitoral nacional ignora a realidade cotidiana de povos indígenas e populações ribeirinhas na fronteira amazônica.
SUMAÚMA lança neste domingo dois mapas interativos que cruzam a votação presidencial em municípios da Amazônia Legal com dados de desmatamento, agronegócio e a abstenção entre eleitores indígenas.
Mês do Fogo
Sete organizações regionais da APIB divulgaram carta ao fim de seminário em Luziânia (GO) rejeitando a mineração em terras indígenas e a separação entre solo e subsolo, e reivindicando a demarcação de todos os territórios até 2030.
SUMAÚMA lança neste domingo dois mapas interativos que cruzam o resultado do segundo turno presidencial nos 773 municípios da Amazônia Legal com dados de desmatamento, agronegócio e abstenção eleitoral indígena.
Rede Cerrado e Movimento Negro Unificado cobram no TSE e na PGR providências para o deslocamento de eleitores indígenas e quilombolas no segundo turno, após o TRE-AM negar transporte à Univaja no Vale do Javari.
Decisão judicial de 24 horas obriga a União a garantir transporte e alimentação a eleitores indígenas em todo o país, após omissão da Justiça Eleitoral e risco de abstenção de até 50% no Vale do Javari.
Reportagem de SUMAÚMA mostra que Flávio Bolsonaro mantém proximidade com nomes condenados ou investigados por garimpo ilegal em terras indígenas, em meio a promessas de afrouxar fiscalização ambiental.
A destruição de canos, fios e bombas deixou aldeias como Pradinho e Água Boa sem água, luz e comunicação, enquanto a fumaça densa provocou crises respiratórias entre os moradores.
Em entrevista ao LatitudeCast, Carlos Nobre afirma que a Amazônia ainda não ultrapassou o Ponto de Não Retorno, mas alerta que o desmatamento contínuo pode levar ao colapso até 2050, e defende a sociobioeconomia baseada no conhecimento dos povos indígenas como alternativa.

