Movimento Indígena
Marcelo Kariri Menezes e Idjahure Terena tomaram posse como terceiros-secretários do Itamaraty, marcando a primeira entrada de indígenas na carreira diplomática brasileira, em turma com cotas inéditas.
Manifestação no Museu Nacional, em Brasília, denunciou ataques contra os Guarani e Kaiowá em Mato Grosso do Sul e cobrou do Congresso a demarcação de terras indígenas.
Em podcast da Agência Pública, a advogada Maíra Pankararu, da APIB e da ANMIGA, discute a violência contra indígenas após as eleições no Mato Grosso do Sul e os obstáculos ao voto em comunidades originárias.
A APIB foi à COP31, em Antalya, cobrar dos Estados a implementação concreta dos compromissos de proteção territorial, financiamento direto e participação indígena firmados na COP30, em Belém.
Apib e organizações convocam ato em Brasília nesta quarta-feira para denunciar mais de 30 casos de violência contra povos indígenas e cobrar demarcação e proteção do governo federal.
Artigo publicado pelo Cimi defende que as disputas por terras indígenas e territórios quilombolas no Brasil expressam uma mesma estrutura histórica de dominação ligada à concentração fundiária e ao avanço do agronegócio e da mineração sobre esses territórios.
A UNE mobilizou estudantes em 11 estados e no DF para celebrar a vitória de Lula e denunciar mais de 30 casos de violência contra povos indígenas registrados pela Apib desde a eleição.
A APIB enviou carta a Lula cobrando proteção imediata contra ataques a indígenas no período eleitoral e a demarcação de 73 Terras Indígenas ainda em 2026, além de pedir participação direta do movimento nas decisões do próximo governo.
O Cimi divulgou nota cobrando do governo reeleito de Lula medidas urgentes de demarcação e proteção de terras indígenas, afirmando que a vitória eleitoral não encerra a luta por direitos.
Cinco organizações indígenas, entre elas APIB e COIAB, assinam manifesto celebrando a reeleição de Lula e cobrando a demarcação de terras indígenas pendentes.
Lideranças da APIB divulgaram uma carta após seminário realizado em outubro de 2026 rejeitando a mineração em terras indígenas e denunciando o uso do discurso de transição energética para justificar a exploração desses territórios.
Indígenas de etnias como Xikrin, Parakanã, Araweté e Arara enfrentaram viagens de até três dias por rio e estrada para votar em Altamira no segundo turno, temendo a volta de invasões a seus territórios caso Flávio Bolsonaro vencesse.

