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Levantamento do SEEG mostra que as emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil caíram 9% em 2025, puxadas pela redução do desmatamento sob o governo Lula, embora o país ainda não tenha cumprido sua meta climática.
Levantamento do Observatório do Clima mostra que o Brasil emitiu em 2025 o menor volume líquido de gases-estufa desde 2012, resultado da forte queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado.
Estudo do economista Bráulio Borges, do Ibre/FGV, estima que a queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado entre 2023 e 2026 gerou cerca de R$ 1,16 trilhão em benefícios climáticos para a economia global e até R$ 192 bilhões para o Brasil.
Dados do INPE mostram que Amazônia e Cerrado registraram em 2025-2026 os menores índices de desmatamento desde o início do monitoramento por satélite, resultado atribuído às políticas ambientais do governo Lula sob Marina Silva.
O Prodes 2026 do INPE registrou a menor área desmatada da Amazônia desde 1988, mas o Greenpeace Brasil alerta que o avanço depende da continuidade de políticas ambientais ameaçadas por ofensiva legislativa no Congresso.
Projeto da Funatura no nordeste de Goiás mapeia corredores ecológicos entre três parques nacionais para a onça-pintada e combina monitoramento de fauna com sistemas agroflorestais em assentamentos de reforma agrária, enfrentando seca prolongada e resistência de fazendeiros.
Documentos mostram que as multinacionais Bunge, Cofco, ADM do Brasil e CHS negociaram soja produzida por fazendeiro autuado pelo Ibama por desmatar 1,8 mil hectares de Cerrado no Piauí, área que teve o embargo ambiental suspenso e restabelecido por decisões judiciais contraditórias.
Levantamento do MapBiomas revela que o Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nativa nas margens dos rios em 40 anos, área convertida principalmente em lavouras, pastos e silvicultura.
Levantamento do MapBiomas revela que o Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nativa nas margens de rios entre 1985 e 2025, com a maior parte da devastação ocorrendo em áreas privadas, enquanto terras indígenas e territórios quilombolas preservaram mais a cobertura original.
Pesquisa inédita da Unicamp e do Cary Institute mostra que as veredas do Cerrado armazenam até seis vezes mais carbono que a Amazônia e cobrem área maior do que se imaginava, enquanto a legislação ambiental brasileira protege o bioma de forma muito mais frágil.
A campanha #VotePeloCerrado lançou uma carta com oito compromissos sobre demarcação de terras indígenas, titulação quilombola e proteção das águas, aberta à assinatura de candidaturas antes das eleições de 2026.
Levantamento do MapBiomas mostra que o Cerrado perdeu 20% mais vegetação secundária entre 2017 e 2025 do que na década anterior, com o MATOPIBA concentrando as maiores perdas líquidas.

