desmatamento
SUMAÚMA lança neste domingo dois mapas interativos que cruzam a votação presidencial em municípios da Amazônia Legal com dados de desmatamento, agronegócio e a abstenção entre eleitores indígenas.
SUMAÚMA lança neste domingo dois mapas interativos que cruzam o resultado do segundo turno presidencial nos 773 municípios da Amazônia Legal com dados de desmatamento, agronegócio e abstenção eleitoral indígena.
Em entrevista ao LatitudeCast, Carlos Nobre afirma que a Amazônia ainda não ultrapassou o Ponto de Não Retorno, mas alerta que o desmatamento contínuo pode levar ao colapso até 2050, e defende a sociobioeconomia baseada no conhecimento dos povos indígenas como alternativa.
Especialistas ouvidos pela InfoAmazonia apontam que a resposta ao El Niño forte que deve atingir a Amazônia até 2027 depende diretamente da política climática do próximo governo eleito.
Levantamento do SEEG mostra que as emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil caíram 9% em 2025, puxadas pela redução do desmatamento sob o governo Lula, embora o país ainda não tenha cumprido sua meta climática.
Dados de fogo, desmatamento e grilagem na Amazônia, de 2019 a 2026, mostram onde a violência contra povos indígenas cruza o avanço do bolsonarismo nas urnas.
Levantamento do Observatório do Clima mostra que o Brasil emitiu em 2025 o menor volume líquido de gases-estufa desde 2012, resultado da forte queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado.
Análise do ((o))eco mostra que o recorde de queda no desmatamento da Amazônia, medido pelo INPE, pode ser revertido caso Flávio Bolsonaro vença a eleição e repita os ataques orçamentários e institucionais promovidos pelo governo de seu pai.
Estudo do economista Bráulio Borges, do Ibre/FGV, estima que a queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado entre 2023 e 2026 gerou cerca de R$ 1,16 trilhão em benefícios climáticos para a economia global e até R$ 192 bilhões para o Brasil.
Cientistas e economistas ouvidos pela Agência Pública alertam que uma vitória de Flávio Bolsonaro no segundo turno pode acelerar o desmatamento na Amazônia e aproximar a floresta de um ponto de não retorno climático.
Pesquisa de 25 anos em Caxiuanã (PA) revela que a Amazônia submetida a seca artificial prolongada não vira savana, mas se transforma em floresta degradada com menor biomassa e nova fragilidade diante de futuros extremos climáticos.
Dados do INPE mostram que Amazônia e Cerrado registraram em 2025-2026 os menores índices de desmatamento desde o início do monitoramento por satélite, resultado atribuído às políticas ambientais do governo Lula sob Marina Silva.

