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Organizações indígenas, indigenistas e socioambientais divulgaram carta aberta associando o projeto político de Flávio Bolsonaro a retrocessos em direitos territoriais e políticas ambientais vividos durante o governo de Jair Bolsonaro.
A Justiça Eleitoral negou pedido da Univaja para transporte fluvial gratuito a eleitores indígenas do Vale do Javari no segundo turno, citando prazo e falta de orçamento, enquanto a organização avalia recorrer.
Levantamento do Cimi aponta que o Congresso Nacional concentrou, na legislatura 2023-2026, o maior número de propostas contrárias aos direitos territoriais indígenas desde a Constituinte de 1988.
O Cimi divulgou um texto no dia de Nossa Senhora Aparecida contrapondo o bolsonarismo e o governo Lula quanto aos impactos sobre direitos territoriais e sociais dos povos indígenas e quilombolas.
O Cimi publica artigo nos 38 anos da Constituição de 1988 alertando que os direitos dos povos indígenas e de outros grupos historicamente marginalizados seguem ameaçados por interesses econômicos e políticos.
O Cimi divulgou nota afirmando que o primeiro turno das eleições de 2026 fortaleceu o bolsonarismo no Congresso e convocou a sociedade a defender a democracia no segundo turno presidencial.
Famílias do povo Laklãnõ/Xokleng permanecem ilhadas há mais de 40 dias por alagamentos da Barragem Norte em Santa Catarina, sem água potável nem acesso à saúde e educação, enquanto o Cimi denuncia omissão do governo estadual e cobra retratação após episódio de agressividade do governador contra mulheres indígenas.
Marco Rubio fechou acordos de mineração com Colômbia e Equador em meio a denúncias de lideranças indígenas sobre militarização, repressão a defensores e ausência de garantias ao consentimento livre, prévio e informado sobre seus territórios.
O Cimi analisa como decisões do Congresso Nacional desde 2001, incluindo emendas constitucionais e a Lei do Marco Temporal, ampliaram o poder do Legislativo em detrimento dos direitos territoriais dos povos indígenas.
O Cimi divulgou levantamento associando decisões do Congresso Nacional, da Emenda Constitucional 32/2001 à Lei do Marco Temporal, a um padrão histórico de ataques aos direitos territoriais dos povos indígenas.
O Cimi lança plataforma online que reúne dados sobre mais de 500 proposições e 40 mil votos parlamentares para monitorar a atuação do Congresso Nacional sobre direitos indígenas em ano eleitoral.
O Cimi lança nesta terça-feira uma plataforma online que sistematiza dados de mais de 500 proposições e 1.500 parlamentares para monitorar a atuação do Congresso Nacional sobre direitos indígenas entre 2019 e 2026.

