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O ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que a redução recorde do desmatamento na Amazônia e no Cerrado evitou emissões equivalentes às do Japão, enquanto investigações apontam origem criminosa para os incêndios recentes no Amazonas e no Pará.
Pesquisa da Universidade de Cambridge com dados do MapBiomas mostra que políticas de fiscalização ou seu desmonte em cada governo federal, entre 1990 e 2025, explicam variações no ritmo de desmatamento da Amazônia, do Cerrado e da Mata Atlântica.
Análise do ((o))eco mostra que o recorde de queda no desmatamento da Amazônia, medido pelo INPE, pode ser revertido caso Flávio Bolsonaro vença a eleição e repita os ataques orçamentários e institucionais promovidos pelo governo de seu pai.
Dados do INPE mostram que Amazônia e Cerrado registraram em 2025-2026 os menores índices de desmatamento desde o início do monitoramento por satélite, resultado atribuído às políticas ambientais do governo Lula sob Marina Silva.
O Prodes/Inpe registrou 3.335 km² desmatados na Amazônia entre agosto de 2025 e julho de 2026, a menor taxa desde o início do monitoramento em 1988, segundo dados divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
O relatório Forest Declaration Assessment 2026 mostra que o desmatamento global caiu 15% em 2025 por conta de avanços no Brasil e na Colômbia, enquanto a Bacia do Congo se aproxima dos níveis de desmatamento da Amazônia.
O governo federal criou quatro reservas de uso sustentável na Amazônia como contrapartida ao plano de pavimentar a BR-319, mas especialistas alertam que a falta de orçamento para fiscalização ameaça a eficácia da medida.
Coluna publicada pelo ((o))eco analisa a proposta de Flávio Bolsonaro de extinguir Ibama, ICMBio e Funai, contrapondo décadas de construção institucional dessas autarquias ao risco atual de desmonte.
Estudo do Observatório do Clima mostra que a maioria dos parlamentares eleitos para a legislatura 2027-2031 tem baixo ou nenhum alinhamento com pautas climáticas e ambientais, puxada pelo crescimento da extrema direita no Congresso.
Análise do Observatório do Clima aponta que o Congresso eleito em outubro terá maioria de parlamentares com baixa convergência ambiental, com crescimento de bancadas de extrema-direita no Senado e na Câmara.
Estudo de quatro pesquisadores mostra que mensagens antiambientais do governo Bolsonaro elevaram o desmatamento na Amazônia Legal em até 17,8%, mesmo sem redução formal na fiscalização, ao corroer a credibilidade da aplicação da lei.

