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Dados de fogo, desmatamento e grilagem na Amazônia, de 2019 a 2026, mostram onde a violência contra povos indígenas cruza o avanço do bolsonarismo nas urnas.
Candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência ameaça 286 processos de demarcação de Terras Indígenas em diferentes fases, segundo levantamento citado pelo CIMI e pelo ministro Eloy Terena.
O Cimi divulgou nota de pesar pela morte do padre Odilo Erhardt, missionário dehoniano que atuou por décadas junto a povos indígenas em Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão e Amazonas.
Levantamento do Cimi aponta que o Congresso Nacional concentrou, na legislatura 2023-2026, o maior número de propostas contrárias aos direitos territoriais indígenas desde a Constituinte de 1988.
O Cimi divulgou um texto no dia de Nossa Senhora Aparecida contrapondo o bolsonarismo e o governo Lula quanto aos impactos sobre direitos territoriais e sociais dos povos indígenas e quilombolas.
O Cimi publica artigo nos 38 anos da Constituição de 1988 alertando que os direitos dos povos indígenas e de outros grupos historicamente marginalizados seguem ameaçados por interesses econômicos e políticos.
O Cimi divulgou nota afirmando que o primeiro turno das eleições de 2026 fortaleceu o bolsonarismo no Congresso e convocou a sociedade a defender a democracia no segundo turno presidencial.
O Cimi divulgou levantamento mostrando que a bancada do Tocantins acumulou 391 votos contrários aos povos indígenas desde 2019, em temas como marco temporal, licenciamento ambiental e demarcação de terras.
Levantamento do Cimi aponta que 270 dos 370 parlamentares autores de propostas contrárias aos direitos indígenas nas duas últimas legislaturas tentam se reeleger neste domingo, com o PL liderando em projetos e votos desfavoráveis.
Apib e Cimi levaram à ONU, em Genebra, denúncia sobre fala de magistrada do TRT-3 que associou povos indígenas à escravidão e pediram investigação e medidas contra o racismo no Judiciário brasileiro.
Organizações indígenas do Amazonas realizaram seminário de formação política para as eleições de 2026, em meio a dados do Cimi que apontam maioria de parlamentares com atuação contrária aos direitos indígenas.
O Cimi publicou artigo de opinião que analisa as eleições de 2026 como uma disputa desigual entre a continuidade democrática e o risco de captura do Estado pelo crime organizado, citando nominalmente Lula e Flávio Bolsonaro.

