mata-atlantica
Pesquisa da Universidade de Cambridge com dados do MapBiomas mostra que políticas de fiscalização ou seu desmonte em cada governo federal, entre 1990 e 2025, explicam variações no ritmo de desmatamento da Amazônia, do Cerrado e da Mata Atlântica.
Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi identificaram um grupo restrito de espécies de árvores que concentra metade do carbono e da biodiversidade das florestas amazônicas em regeneração, dado que pode orientar políticas de restauração no Brasil.
O Ibama autuou 14 vezes a capixaba Grancafé por receber café e pimenta-do-reino de fazendas com áreas embargadas na Mata Atlântica, e a empresa seguiu fornecendo a Nestlé, Melitta e Strauss Group mesmo após as penalidades.
O MapBiomas registrou que a Mata Atlântica perdeu 5 milhões de hectares de vegetação nativa desde 1985 enquanto a área agrícola do bioma, sobretudo de soja e cana-de-açúcar, mais que dobrou de tamanho.
Levantamento do MapBiomas e da SOS Mata Atlântica mostra que a soja e a cana-de-açúcar multiplicaram sua área na Mata Atlântica em mais de quatro vezes desde 1985, com a agropecuária ocupando hoje 63% do bioma.
Levantamento da Mongabay reúne dez casos de povos indígenas que restauram florestas, nascentes e territórios degradados por pastagens, garimpo e lixo em diferentes biomas do Brasil.
Advogados e pesquisadores alertam que a nova lei de licenciamento ambiental do Paraná reduz a fiscalização preventiva justamente quando o estado enfrenta chuvas intensas, granizo e tornados.
Famílias Guarani Mbya retomam área da Reserva Biológica do Ibicuí-Mirim, em Itaara (RS), cercada por soja e sob privatização da CORSAN.
Povo da Terra Indígena Ivaí avança em modelo de produção próprio e sustentável, encerrando décadas de exploração por arrendamentos ilegais

