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O governo federal organizou transporte terrestre e fluvial para indígenas, quilombolas, ribeirinhos e assentados votarem no segundo turno, após decisão judicial e protestos de povos indígenas pelo direito ao voto.
O governo federal organizou, com validação do TSE, transporte terrestre e fluvial para que indígenas, quilombolas, ribeirinhos e famílias assentadas consigam votar no segundo turno das eleições presidenciais.
Rede Cerrado e Movimento Negro Unificado cobram no TSE e na PGR providências para o deslocamento de eleitores indígenas e quilombolas no segundo turno, após o TRE-AM negar transporte à Univaja no Vale do Javari.
A Justiça baiana condenou Josevan Dionísio dos Santos a 28 anos de reclusão como terceiro réu responsabilizado pelo assassinato da ialorixá e líder quilombola Mãe Bernadete em 2023.
O plano de Flávio promete zerar o desmatamento ilegal até 2029. O governo do pai prometeu o mesmo para 2028 e passou os quatro anos com a Amazônia perdendo mais de 10 mil km² por ano. A Revista Caipora cruzou votos, falas e dados oficiais para medir o que está em jogo.
A Justiça baiana condenou Josevan Dionísio dos Santos a 28 anos de reclusão como terceiro réu pelo assassinato da líder quilombola Mãe Bernadete, morta em 2023 após denunciar o tráfico de drogas em seu território.
O Ministério Público Federal negocia com a mineradora Kinross Gold uma indenização de até R$ 1,2 bilhão para cerca de 1,3 mil famílias quilombolas de Paracatu (MG) expulsas há vinte anos para a exploração da mina Morro do Ouro.
O Cimi divulgou um texto no dia de Nossa Senhora Aparecida contrapondo o bolsonarismo e o governo Lula quanto aos impactos sobre direitos territoriais e sociais dos povos indígenas e quilombolas.
Artigo da Terra de Direitos relaciona a seca no Tapajós e as enchentes no Sul ao racismo ambiental, cobrando que povos indígenas, quilombolas e tradicionais sejam ouvidos antes dos desastres climáticos, e não apenas no socorro emergencial.
A campanha #VotePeloCerrado lançou uma carta com oito compromissos sobre demarcação de terras indígenas, titulação quilombola e proteção das águas, aberta à assinatura de candidaturas antes das eleições de 2026.
A comunidade quilombola do Carmo ocupou a Fazenda Icaraí, área reconhecida pelo Incra como território ancestral mas hoje registrada em nome de uma imobiliária, e recuou após pressão policial sem ordem judicial.
O Festeja Tradição Mineira, da Mídia Ninja, percorreu quilombos e territórios indígenas de Minas Gerais em 2026 oferecendo oficinas de comunicação para que as próprias comunidades narrem suas tradições e lutas territoriais.

