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Em podcast da Agência Pública, a advogada Maíra Pankararu, da APIB e da ANMIGA, discute a violência contra indígenas após as eleições no Mato Grosso do Sul e os obstáculos ao voto em comunidades originárias.
A APIB foi à COP31, em Antalya, cobrar dos Estados a implementação concreta dos compromissos de proteção territorial, financiamento direto e participação indígena firmados na COP30, em Belém.
Apib e organizações convocam ato em Brasília nesta quarta-feira para denunciar mais de 30 casos de violência contra povos indígenas e cobrar demarcação e proteção do governo federal.
A UNE mobilizou estudantes em 11 estados e no DF para celebrar a vitória de Lula e denunciar mais de 30 casos de violência contra povos indígenas registrados pela Apib desde a eleição.
A Polícia Federal apura denúncias de ameaças, incêndios e uma morte suspeita envolvendo indígenas em Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Pará, em casos associados por lideranças à violência política após a reeleição de Lula.
A APIB enviou carta a Lula cobrando proteção imediata contra ataques a indígenas no período eleitoral e a demarcação de 73 Terras Indígenas ainda em 2026, além de pedir participação direta do movimento nas decisões do próximo governo.
O MPI acionou a Polícia Federal para apurar incêndio criminoso, ameaças de envenenamento e mortes que atingiram indígenas Guarani e Kaiowá no Mato Grosso do Sul após as eleições.
Cinco organizações indígenas, entre elas APIB e COIAB, assinam manifesto celebrando a reeleição de Lula e cobrando a demarcação de terras indígenas pendentes.
Lideranças da APIB divulgaram uma carta após seminário realizado em outubro de 2026 rejeitando a mineração em terras indígenas e denunciando o uso do discurso de transição energética para justificar a exploração desses territórios.
A APIB e suas sete organizações regionais divulgaram carta exigindo o reconhecimento do direito dos povos indígenas de declarar seus territórios livres de mineração, denunciando consultas de fachada e cobrando demarcação de todas as terras indígenas até 2030.
Sete organizações regionais da APIB divulgaram carta ao fim de seminário em Luziânia (GO) rejeitando a mineração em terras indígenas e a separação entre solo e subsolo, e reivindicando a demarcação de todos os territórios até 2030.
A APIB denuncia ameaças de invasão contra os povos Parakanã, Kayapó, Yanomami e Munduruku após o primeiro turno das eleições de 2026 e alerta para os riscos do avanço bolsonarista no Congresso e na disputa presidencial.

