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Ministros dos Povos Indígenas, da Justiça e dos Direitos Humanos visitaram aldeias Guarani Kaiowá em Mato Grosso do Sul para apurar ameaças, um incêndio criminoso e áudios que sugeriram envenenar a água de uma comunidade após o segundo turno das eleições.
A APIB enviou carta a Lula cobrando proteção imediata contra ataques a indígenas no período eleitoral e a demarcação de 73 Terras Indígenas ainda em 2026, além de pedir participação direta do movimento nas decisões do próximo governo.
A Rede Nacional da Advocacia Indígena divulgou manifesto defendendo a reeleição de Lula e alertando que retrocessos institucionais ameaçam os artigos 231 e 232 da Constituição e os direitos territoriais dos povos indígenas.
A APIB denuncia ameaças de invasão contra os povos Parakanã, Kayapó, Yanomami e Munduruku após o primeiro turno das eleições de 2026 e alerta para os riscos do avanço bolsonarista no Congresso e na disputa presidencial.
Coluna publicada por ((o))eco reúne declarações recentes e projetos legislativos de Flávio Bolsonaro que incluem promessa de zerar demarcações de terras indígenas, fim da Reserva Legal, licenciamento ambiental por silêncio administrativo e questionamento do diagnóstico científico sobre mudanças climáticas.
Liderança Kokama do Alto Solimões analisa, em artigo no InfoAmazonia, como o legado do governo Bolsonaro no garimpo, no marco temporal e nas ameaças a defensores de direitos humanos ameaça territórios indígenas em caso de retorno ao poder.
A Câmara dos Deputados terá só três parlamentares autodeclarados indígenas a partir de 2027, um a menos que hoje, em meio ao avanço de bancadas conservadoras no Congresso.
Levantamento do Cimi aponta que o Congresso Nacional concentrou, na legislatura 2023-2026, o maior número de propostas contrárias aos direitos territoriais indígenas desde a Constituinte de 1988.
Com cinco partidos considerados contrários aos povos indígenas dominando o novo Senado e apenas duas candidaturas da Bancada do Cocar eleitas, lideranças como Sônia Guajajara e o Cimi alertam para o risco de mudanças no Artigo 231 e avanço do Marco Temporal.
Análise do Cimi com base na plataforma Congresso Anti-Indígena mostra que, após as eleições de 2026, o bloco contrário aos direitos indígenas manteve o tamanho no Congresso, mas ficou mais concentrado em partidos radicalmente anti-indígenas como PL, Novo e Republicanos.
Levantamento de SUMAÚMA mostra que 324 dos eleitos ao Congresso em 2026 têm histórico de votos, projetos ou infrações contrários aos direitos indígenas e à proteção ambiental na Amazônia.
Levantamento da Apib e dados do TSE mostram recorde de 191 candidaturas indígenas e crescimento de 84% no eleitorado indígena nas eleições de 2026, com destaque para a eleição inédita de um deputado estadual indígena no Amazonas.

